Uma estratégia institucional para organizar história, propósito, pautas, escuta popular e comunicação com profundidade, evidências e responsabilidade.
Quem é Mirla Miranda na percepção pública, estruturada em eixos de autoridade.
Mirla não deve ser apresentada apenas como irmã de uma liderança política. Ela precisa ser apresentada como uma mulher com trajetória própria, comunicação própria, escuta própria e sensibilidade para transformar histórias reais em pautas públicas.
O que comunica: 25 anos de experiência, programa Acre S/A por 12 anos, articulista da CBN Amazônia.
Força pública gerada: Capacidade de traduzir o complexo para linguagem simples.
Cuidado narrativo: Não parecer apenas "apresentadora", mas uma voz analítica e acolhedora.
Como virar conteúdo: Quadros de escuta direta onde ela conduz a narrativa com profissionalismo.
O que comunica: Administradora com ênfase em comércio exterior, MBA pela FGV, presidente da Câmara Técnica de Bioeconomia da FIEAC.
Força pública gerada: Competência técnica para entender gargalos do estado.
Cuidado narrativo: Evitar jargões corporativos que distanciem a população.
Como virar conteúdo: Explicações didáticas sobre a economia da vida real.
O que comunica: Psicanalista clínica integrativa, criadora do método Experts de desenvolvimento humano.
Força pública gerada: Empatia, escuta ativa e profunda das dores sociais.
Cuidado narrativo: Não adotar postura de "salvadora" ou psicóloga de plantão.
Como virar conteúdo: Abordagens sobre saúde emocional de mães solo e famílias vulneráveis.
O que comunica: Raízes em Sena Madureira e Boca do Acre, neta de seringueiros.
Força pública gerada: Pertencimento genuíno à identidade amazônica e acreana.
Cuidado narrativo: Demonstrar conhecimento prático, além da nostalgia.
Como virar conteúdo: Histórias sobre o Acre profundo e valorização dos povos tradicionais.
O que comunica: Mãe de criança atípica (TEA leve), conhecedora das dores da maternidade real.
Força pública gerada: Representatividade para mães que lutam por diagnósticos e direitos.
Cuidado narrativo: Falar a partir da própria vivência sem expor demasiadamente o filho.
Como virar conteúdo: Defesa da UPA Infantil e suporte às mães atípicas e mães solo.
O que comunica: Diálogo entre empreendedorismo, comunicação e políticas públicas; experiência como ex porta voz do governo (2019 a abril de 2022).
Força pública gerada: Trânsito institucional somado à capacidade de ouvir a população comum.
Cuidado narrativo: Evitar a leitura de "figura do gabinete"; reforçar a vida em campo.
Como virar conteúdo: Quadros conectando setor produtivo, terceiro setor e poder público em torno de causas concretas.
O que comunica: Fundadora de produtora, agência de publicidade e da Revista Amazônia S/A; finalista do Prêmio Sebrae de Jornalismo Empreendedor em 2018.
Força pública gerada: Autoridade técnica para falar de pequenos negócios, mulheres empreendedoras e ambiente de negócios no Acre.
Cuidado narrativo: Não soar elitizada; manter a conexão com o feirante, o autônomo e a empreendedora de bairro.
Como virar conteúdo: Série Empreendedoras do Acre, perfis curtos e visitas a pequenos negócios.
O que comunica: Pautas como UPA Infantil, bioeconomia, êxodo da juventude e fila de atendimento para mães atípicas.
Força pública gerada: Voz que conecta dados públicos a histórias humanas reais.
Cuidado narrativo: Não cair no apelo emocional sem sustentação técnica.
Como virar conteúdo: Quadro "Do Problema à Conversa Pública" e reportagens didáticas.
O que comunica: Irmã do senador Alan Rick, mas com 25 anos de trajetória pública autônoma na comunicação e gestão.
Força pública gerada: Crédito institucional somado a percurso próprio comprovado.
Cuidado narrativo: Jamais sustentar a narrativa do "atalho familiar"; reforçar competência própria.
Como virar conteúdo: Linha do tempo profissional de Mirla anterior à eleição do irmão ao Senado em 2023.
| Fonte | Resumo do Achado | Como virar narrativa | Risco e Recomendação |
|---|---|---|---|
| Instagram @mirlamiranda | 21k seguidores, bio "Comunicação e Negócios", 4400+ publicações. | Validar consistência histórica na área de negócios e comunicação. | Recomendação: Manter a linha institucional sem apelo eleitoral direto. |
| Site Oficial (Biografia) | Programa Acre S/A 2005, imersão Disney 2017, MBA FGV, mãe atípica. | Usar a referência Disney para defender o conceito da UPA Infantil (atendimento sem distinção). | Risco: Parecer distante da realidade local. Recomendação: Conectar ao Acre. |
| Presidente Câmara Técnica de Bioeconomia FIEAC. | Legitimidade para debater alternativas ao modelo econômico atual do Acre. | Recomendação: Focar em "Amazônia com gente dentro". | |
| Entrevista Gazeta FM | Relatos sobre o Acre S/A, êxodo de jovens, óleo de copaíba. | Conteúdo focado no incentivo aos pequenos negócios de rua. | Recomendação: Ressaltar a escuta aos pequenos empreendedores. |
| Wikipedia Alan Rick | Senador AC desde 2023, 154.312 votos, autor lei Revalida Nacional. | Base para contexto institucional familiar e propostas de saúde (Revalida). | Risco: Sombra política. Recomendação: Destacar independência. |
Diretrizes de comunicação sem promessas eleitorais, focadas na organização de conversas públicas.
Foco: Mães solo, autonomia, renda, saúde emocional e combate à violência (dados OBSGênero).
Frase: "A mulher acreana carrega a casa, o trabalho e a família. Ela precisa de escuta e políticas que garantam sua vida e autonomia."
Foco: Saúde, acolhimento, atendimento humanizado. Defesa da ideia da UPA Infantil (semelhante ao princípio Disney de prioridade a todos no espaço infantil).
Frase: "O acesso à saúde pediátrica especializada não é luxo, é a base do cuidado com nossas crianças."
Foco: Pequenos negócios, autônomos, mulheres empreendedoras, retomada do espírito do programa 'Acre S/A'.
Frase: "O verdadeiro motor do Acre é quem acorda cedo para abrir sua porta, fazer sua feira e sustentar a família."
Foco: Oportunidade, retenção de talentos e combate ao êxodo juvenil.
Frase: "Precisamos construir um ambiente de negócios onde o jovem acreano tenha orgulho de ficar."
Foco: Ramais, comunidades rurais e ribeirinhas historicamente isoladas da capital.
Frase: "O Acre não termina em Rio Branco. A dignidade tem que chegar até o último ramal."
Foco: Informação simples e direta como direito público.
Frase: "A política pública responsável começa traduzindo os dados difíceis para a linguagem do povo."
Foco: Valores, saúde mental e acolhimento humano. Cuidado extremo para não explorar a religião como palanque.
Frase: "Nossos valores nos sustentam, mas a ação pública deve acolher a todos com respeito e igualdade."
Foco: Bioeconomia, óleo de copaíba, povos tradicionais (pauta técnica da FIEAC).
Frase: "A Amazônia só é sustentável quando as famílias que moram nela têm dignidade e oportunidade de trabalho."
"Mirla é uma mulher acreana da comunicação, da escuta e do cuidado. Sua força está em traduzir dores reais em conversas públicas simples, humanas e responsáveis. Ela não precisa gritar para ser ouvida. Ela precisa ouvir primeiro, organizar o que escuta e dar voz a quem quase nunca aparece."
Posicionamento Central: Escuta Ativa, Competência em Gestão e Acolhimento.
Mirla Miranda apresenta trajetória de mais de duas décadas em comunicação, gestão e produção de conteúdo público. Sua atuação como ex porta voz do governo do Acre e como presidente da Câmara Técnica de Bioeconomia da FIEAC demonstra competência institucional para traduzir agendas públicas em linguagem acessível à população.
Mirla é a comunicadora que escuta de perto. Cresceu no Acre, conhece o bairro, a feira, a fila do posto e a sala de espera do hospital. Sua força não está no palanque, mas na conversa simples, olho no olho, com a mulher que sustenta a família e com o pequeno empreendedor que abre a porta cedo.
Mirla é mulher, mãe, trabalhadora e acreana. Conhece o peso da dupla jornada, a luta das mães atípicas e o silêncio das mulheres que carregam tudo sozinhas. Sua escuta nasce do lugar real, não do discurso pronto.
Mirla vem de uma família acreana com história de fé, trabalho e serviço público. Cresceu vendo a mãe sustentar os filhos depois da separação e aprendeu com a avó o valor do cuidado. Essa herança aparece em cada conversa, em cada visita e em cada decisão.
Mirla é filha da Amazônia. Sua família vem do seringal, da floresta, do rio. Sua leitura econômica do estado é ancorada na bioeconomia, no respeito aos povos tradicionais e na convicção de que a floresta só tem futuro com gente dentro, com dignidade e oportunidade.
Sobre Escuta (1 a 6)
Sobre Mulher (7 a 12)
Sobre Acre Profundo (13 a 18)
Sobre Amazônia e Povo (19 a 24)
Sobre Comunicação Responsável (25 a 30)
A produção digital se organiza em formatos fixos e reconhecíveis, com identidade visual e ritmo próprios. Cada quadro tem objetivo, cenário, frequência e checklist específicos.
Objetivo: Dar voz à população sem mediação. Formato: documental de rua, 3 a 5 minutos. Cenário: bairros, feiras, ramais, comunidades. Frequência: semanal.
6 Ideias de Episódios: (1) Manhã de feira no Segundo Distrito; (2) Visita ao Canal da Maternidade; (3) Sala de espera de UPA; (4) Conversa com seringueiros no Alto Acre; (5) Mães na porta de escola; (6) Roda com pequenas comerciantes.
6 Headlines: "O que ouvi hoje no Segundo Distrito"; "A fila que não aparece nos boletins"; "Quem mora aqui sabe"; "Conversa sem roteiro com quem trabalha"; "O Acre que não cabe num press release"; "Cinco vozes em uma manhã".
Checklist: autorização verbal e termo de imagem; áudio testado; sem indução de resposta; cortes fiéis; entrega do material ao entrevistado quando solicitado.
Risco: parecer exploração de vulneráveis. Corte curto: uma frase forte do entrevistado em 30 segundos verticais.
Objetivo: Histórias reais de mulheres do Acre. Formato: entrevista curta com retrato. Cenário: casa, trabalho ou ponto de identidade. Frequência: quinzenal.
6 Ideias: mãe solo do interior; comerciante do bairro; enfermeira do interior; professora rural; mulher empreendedora; liderança comunitária.
6 Headlines: "Ela sustenta a casa há vinte anos"; "A enfermeira que faz turno dobrado"; "A primeira da família a se formar"; "A feira é dela, o sustento é deles"; "A mulher que ninguém vê"; "Uma vida em uma frase".
Risco: tom paternalista. Corte curto: citação da entrevistada com legenda visual.
Objetivo: Problemas cotidianos do estado. Formato: mini reportagem documental. Frequência: semanal.
6 Ideias: alagamento de rua; ônibus lotado; espera de cirurgia; fila do laudo de TEA; comércio fechando portas; estrada de ramal.
Risco: denuncismo. Cuidado: sempre buscar resposta institucional pública antes de publicar.
Objetivo: Traduzir dado público em linguagem simples. Formato: teleprompter, 60 a 90 segundos. Frequência: 3 vezes por semana.
6 Ideias: renda per capita do Acre; cirurgias do Opera Acre; IDEB do estado; feminicídio em dados; desmatamento; saneamento.
Risco: sair do dado. Cuidado: citar fonte na tela.
Objetivo: Histórias humanas da Amazônia acreana. Formato: documental curto. Frequência: mensal.
6 Ideias: família de seringueiros; cooperativa de bioeconomia; rio que sustenta; ribeirinho e a escola; aldeia visitada com autorização; cadeia do óleo de copaíba.
Risco: turismo simbólico. Cuidado: sempre com convite formal e roteiro discutido com a comunidade.
Objetivo: Maternidade, família, dor e superação. Formato: conversa íntima sem roteiro fechado. Frequência: mensal.
6 Ideias: mãe atípica; mãe solo; mulher que recomeçou depois da violência; viúva trabalhadora; mãe adotiva; avó cuidadora.
Cuidado: saúde mental da entrevistada acima de qualquer corte.
Objetivo: Pequenas empreendedoras locais. Formato: herança do programa Acre S/A. Frequência: semanal.
6 Ideias: doceira de bairro; salão de beleza periférico; ateliê de costura; horticultora; artesã indígena com consentimento; loja de bairro de longa data.
Objetivo: Comunidades distantes da capital. Formato: reportagem itinerante. Frequência: mensal.
6 Ideias: Brasileia; Jordão; Marechal Thaumaturgo; Sena Madureira; Feijó; Tarauacá.
Objetivo: Conversas com lideranças comunitárias. Formato: mesa, café, microfone. Frequência: quinzenal.
6 Ideias: presidente de associação de bairro; pastora comunitária; líder indígena com autorização; cooperativista; mestre de cultura; agente de saúde.
Objetivo: Reflexão sobre fé, cuidado emocional e esperança. Formato: teleprompter curto, sem instrumentalização política da fé.
Cuidado: respeito a todas as denominações e às pessoas sem religião.
Objetivo: Resumo diário das escutas populares. Formato: stories diários e reel semanal de fechamento.
Objetivo: Apresentar uma dor, explicar o contexto e convidar para diálogo. Formato: carrossel de slides + vídeo de 90 segundos.
Dividimos os 60 roteiros em seis blocos temáticos com 10 roteiros cada. Cada peça apresenta headline, gancho, versão de 45 segundos, versão de 90 segundos, sugestão de cena, pergunta para comentários e cuidado jurídico.
Os mockups indicam como cada página pública deve se comportar visualmente, em desktop e mobile. As versões finais devem ser produzidas pelo time de design respeitando paleta verde profundo, dourado, bege e azul institucional.
Hero com foto de Mirla, frase central sobre escuta e Acre, 4 botões. Abaixo: 3 cards de eixos (Quem é Mirla, Diagnóstico do Acre, Plano de Conteúdo). Versão mobile: hero empilhado, botões em coluna.
Foto vertical, linha do tempo com seis pontos (1979 nascimento, infância em Rio Branco, 2005 Acre S/A, 2017 imersão Disney, 2018 finalista Sebrae, presidência da Câmara de Bioeconomia). Citações em bloco. Botão de download da versão em PDF da biografia institucional.
Página em grid de 12 cards temáticos, cada um com número chave, breve descrição e link para fonte. Mobile: cards em coluna, com ícones e botão de "ouvir relato".
Grid de 8 cards com ícone, frase e link. Página de detalhe por bandeira com dores conectadas, frases seguras e perguntas para escuta.
Galeria de 12 quadros com cover, descrição e link para episódios mais recentes.
Visualização tipo timeline com 13 semanas, fases coloridas e cards de tema.
Tabela acessível e filtrável com fonte, tema, ano e link público.
Roteiro visual de 30 dias com tarefas, responsáveis e marcos.
Formulário institucional com campos: nome, município, categoria do relato, descrição, autorização para uso informativo.
Calendário com compromissos institucionais públicos, locais e formato (presencial ou digital).
O plano divide os 90 dias em três fases. Cada semana indica tema, formatos e cuidados específicos.
| Semana | Tema central | Formatos principais |
|---|---|---|
| 1 | Apresentação institucional e abertura da escuta | 2 vídeos teleprompter, 5 stories, 1 reel, carrossel "Por que escutar", 1 live de abertura, bastidor da equipe, frase do dia, conteúdo de rua no bairro de origem, dado IBGE de população, história humana da mãe seringueira. |
| 2 | Mulher acreana e violência baseada em gênero | 2 vídeos de escuta, reels com dados do OBSGênero, carrossel sobre rede de proteção, frase forte, bastidor da gravação, história humana com termo de imagem. |
| 3 | Saúde pública e fila | 2 vídeos na porta de UPA, reels com dado de Opera Acre, carrossel sobre saneamento, frase, conteúdo na rua próxima a hospital, história humana de espera. |
| 4 | Interior e ramais | 2 vídeos itinerantes, reels de bastidor, carrossel sobre BR 364, frase, conteúdo de rua em comunidade rural, história humana de morador do ramal. |
| Semana | Tema central | Formatos principais |
|---|---|---|
| 5 | Mães atípicas e fila do TEA | Vídeo de escuta com mãe (com autorização), Minuto da Mirla com dado, carrossel didático, frase, história humana, live com profissional de saúde. |
| 6 | Empreendedorismo e economia da vida real | Empreendedoras do Acre x 2, reels com dado Sebrae, carrossel sobre incentivo fiscal de rua, frase, history humana, live com pequena empreendedora. |
| 7 | Saneamento e infraestrutura | Minuto da Mirla com marco legal de 2020, Acre da Vida Real no Canal da Maternidade, carrossel didático, frase, história humana de morador de bairro alagado. |
| 8 | Bioeconomia e Amazônia com gente dentro | Vídeo na FIEAC, Minuto da Mirla sobre óleo de copaíba, carrossel sobre povos tradicionais com autorização, frase, história humana de cooperativa. |
| 9 | Juventude e êxodo | Conversas com jovens no centro e no interior, Minuto da Mirla com IDEB, carrossel sobre primeiro emprego, frase, história humana. |
| Semana | Tema central | Formatos principais |
|---|---|---|
| 10 | Consolidação da pauta "Acre que cuida" | Especial UPA Infantil com referência da experiência do Rio de Janeiro, Minuto da Mirla, carrossel, frase, história humana. |
| 11 | Consolidação da pauta "Amazônia com gente dentro" | Especial bioeconomia, carrossel sobre cadeias produtivas, frase, história humana de família tradicional. |
| 12 | Consolidação da pauta "Mulher acreana de pé" | Especial com três mulheres de regiões diferentes, Minuto da Mirla, carrossel, frase. |
| 13 | Balanço público dos 90 dias | Reel resumo, carrossel transparência, live de balanço, frase, agradecimento ao público. |
Funções, responsabilidades, entregáveis, frequência, padrão de qualidade e risco a evitar.
Responsabilidade: coordenação geral, garantia institucional, articulação com Mirla e parceiros. Entregáveis semanais: reunião de alinhamento, ata e plano da semana. Frequência: contínua. Padrão: documento por escrito, registro de decisões. Risco: centralizar decisões sem registro.
Responsabilidade: presença pública, escuta direta, validação de pauta. Entregáveis: 3 vídeos teleprompter, 2 escutas de rua e 1 live por semana. Padrão: linguagem clara, fonte citada. Risco: sobrecarga.
Responsabilidade: calendário, copy, publicação, monitoramento. Entregáveis: calendário semanal, relatório quinzenal. Padrão: revisão antes de publicar. Risco: publicar sem revisão.
Responsabilidade: captação. Entregáveis: brutos diários organizados em pasta. Padrão: áudio testado, foco e luz adequados. Risco: perder áudio em rua.
Responsabilidade: edição com identidade visual. Entregáveis: 4 reels e 2 longos por semana. Padrão: legenda, citação de fonte na tela. Risco: corte fora de contexto.
Responsabilidade: impulsionamento dentro da legislação. Entregáveis: relatório semanal. Risco: impulsionamento irregular.
Responsabilidade: compliance eleitoral e direito de imagem. Entregáveis: parecer por pauta sensível. Risco: aprovação informal.
Responsabilidade: relacionamento com veículos públicos e locais. Entregáveis: 1 release por semana. Padrão: dado com fonte.
Responsabilidade: logística de campo e termo de imagem. Entregáveis: termos assinados, relatório de campo. Risco: gravar sem autorização.
Responsabilidade: identidade visual e thumbnails. Padrão: paleta institucional.
Responsabilidade: banco de imagens institucional. Risco: imagem desatualizada.
Responsabilidade: mensagens diretas, comentários e acolhimento ao público que envia relatos. Risco: esquecer relatos sensíveis.
Perguntas abertas, sem viés, organizadas por público.
Headlines curtos, fortes, sem promessa e sem ataque, organizados por categoria temática.
Estas 14 regras orientam toda a produção pública. Em caso de dúvida, sempre acionar o assessor jurídico antes de publicar.
A força familiar e institucional existe, mas a presença pública de Mirla precisa nascer da escuta direta do povo acreano. Esta seção orienta como tratar o tema com sobriedade e respeito.
"Mirla tem trajetória própria e conhece de perto os bastidores da vida pública, mas sua voz precisa nascer da escuta direta do povo acreano."
Este documento apresenta uma estratégia institucional baseada em escuta, evidências e responsabilidade pública para Mirla Miranda, no Acre. A estratégia organiza biografia, autoridade técnica, diagnóstico do estado, mapa de bandeiras, arquitetura narrativa, 12 quadros de conteúdo, 60 roteiros, 100 perguntas de rua, 200 headlines, plano editorial de 90 dias, plano de equipe, regras de segurança e tratamento institucional da relação familiar com o senador Alan Rick.
O posicionamento central é o de uma comunicadora acreana com 25 anos de trajetória, mãe atípica, ex porta voz do governo do Acre e atual presidente da Câmara Técnica de Bioeconomia da FIEAC, com capacidade de traduzir dados públicos em conversas humanas e responsáveis.
O diagnóstico do Acre se ancora em dados públicos do IBGE, INEP, OBSGênero/MP AC, MapBiomas, Sebrae e da Sesacre, conforme links indicados em cada seção.
As regras de segurança e compliance asseguram que toda a produção pública respeite a legislação eleitoral e princípios de comunicação responsável.
O próximo passo é a reunião estratégica de validação com Mirla e equipe, dentro dos 30 dias seguintes à entrega deste documento.
| Semana | Ações |
|---|---|
| 1 | Reunião de validação com Mirla e equipe. Aprovação das 8 bandeiras. Definição do calendário das 4 primeiras semanas. Validação jurídica preliminar. |
| 2 | Definição do banco de fontes e dossiê executivo. Treinamento da equipe de rua. Produção do material piloto dos quadros Mirla Escuta e Minuto da Mirla. |
| 3 | Lançamento institucional da primeira semana de escuta. Primeiros 6 conteúdos publicados com fonte visível. Primeira live de abertura. |
| 4 | Relatório de aprendizados e ajuste do plano editorial. Validação dos temas das 4 semanas seguintes. |
Nota: As transcrições foram geradas a partir dos áudios originais. Material para uso estratégico interno da equipe.
"Bem, o Acre, como tem todas as cidades voltadas pra floresta, mas nós temos agricultura familiar, nós precisamos também dar atenção para os municípios. Só que fazer campanha no município é muito caro, as pessoas se vendem nos municípios. E só que eu tenho que ter bandeira pro agro, porque eu sou agro, eu acredito no agronegócio, eu acredito nisso, mas essa é uma pauta que tem que tá junto com as coisas que eu acredito, mas ela não é a mais estratégica."
"E aí os médicos que a gente tem aqui são médicos que são poucos os que ficam aqui, né? E a gente tem muitos médicos formados no exterior, porque a gente tem a Bolívia aqui do lado e muitos alunos estudam na Bolívia. Eles têm que passar por todo um exame... é uma lei nacional que o meu irmão, quando deputado federal, se tornou autor da lei, que solicita duas provas por ano, pra que esses alunos de lugares como Bolívia, Argentina, Paraguai e tal, que se formam em outros estados de fronteira com o Brasil, tenham a oportunidade também de poder atuar como médicos. Antes a prova era feita uma vez só por ano. E o que que esses médicos faziam? Viravam Uber, viravam qualquer coisa, eles tinham que se sustentar, porque tem que ter o CRM brasileiro."
"Eu sonho também com um projeto que o Alan tem, que é o projeto que eu tenho que pegar carona nos projetos dele, porque são projetos muito bons e que são necessários pro estado do Acre, como é o do saneamento básico. Em 2020, o presidente Jair Bolsonaro, ele assinou o marco legal do saneamento básico, onde 99% das cidades brasileiras têm que fornecer água tratada e 90% de esgotamento sanitário adequado. Hoje, pra cês terem ideia, o Acre, todo o estado do Acre tem menos de 1% de saneamento básico, e isso nos leva ao século passado... nós temos aí, por exemplo, o esgoto do canal da maternidade a céu aberto... a cada um real que cê investe em saneamento básico, cê economiza cinco em saúde."
"A Mirla, quem é a Mirla? Eu sou nascida em Boca do Acre, no Amazonas, um erro de logística, porque minha mãe tava grávida e foi pra lá e eu acabei nascendo lá. Meus irmãos são de Rio Branco... Nós nascemos num lar disfuncional, meus pais se separaram. Meu pai cearense, veio do Ceará... Conheceu minha mãe na cidade de Sena Madureira... Minha avó levou a gente pra igreja, ainda criança, e na igreja a gente construiu nossa história com Cristo..."
"Então a minha causa voltada pra essas figuras maternas é muito forte. Aqui nós temos UPAs, né? As Unidades de Pronto Atendimento. Só que não tem no Acre uma UPA infantil, e eu conheci a UPA infantil no Rio de Janeiro... Eu não sei, isso nasceu no meu coração... eu quero montar as UPAs infantis no Acre. 'Mas Mirla, é possível?' É, tem recurso federal pra isso. O que que acontece? A gente não tem pediatra suficiente... Os médicos se formam aqui e vão embora do Acre."
"Por que que a Mirla falava de empreendedorismo naquela época? O Acre tem uma dependência do emprego público. Ou seja, todo mundo aqui quer ser funcionário público, todo mundo quer ter uma boquinha, um cargo no governo. E essa é uma dependência aqui, ou no governo, ou todo mundo quer trabalhar no judiciário, ou quer trabalhar na prefeitura, ou quer trabalhar em órgão público, federal ou estadual ou municipal. O negócio é o emprego público. Então isso é uma coisa muito enraizada no Brasil e no Acre é muito forte por conta da dependência do repasse do governo federal. Hoje 70% da renda do Acre vem de repasse do governo federal. Então é uma dependência financeira muito grande. Aqui os bolsões são gigantes. Também temos vários problemas que aqui eu não posso ficar falando sobre segurança pública, porque a cidade é dominada pelo tráfico, dominada por facções, então é um tema que a gente tem que debater com muito cuidado, mas eu tenho trabalhado muito a isso, né? Eu tenho um jeito nícolas de lidar com polêmica, então eu coloco minha própria equipe pra me fazer perguntas muito difíceis. O que eu não sei, eu pesquiso, treino e vou pra cima. E o programa de empreendedorismo me deu aqui em Rio Branco, mais. Nos municípios eu não sou conhecida, eu sou muito conhecida na capital, onde tem a maior concentração de votos. Aqui os votos válidos na capital chegam a mais de duzentos e setenta mil votos. E hoje pra você eleger um deputado federal, cê precisa de trinta mil votos. Então se eu tiver vinte e cinco a trinta mil, eu tô bem, mas eu tenho que trabalhar pra cinquenta, porque esses votos quebram. Aqui a traição é muito grande, no dia da eleição nego tá pagando uma fortuna pra tirar tuas lideranças. E eu não vou trabalhar com compra de votos, eu nem tenho dinheiro pra isso, mesmo se tivesse, não faria."
"Então, vamo lá. O estado do Acre tá em, dos estados da federação, ele só perde pra Roraima em repasse, também em população. Ele só ganha de Roraima, na verdade, e em um monte de questões negativas. O estado do Acre tem hoje novecentos mil habitantes. A Rio Branco é a capital com a maior quantidade de habitantes, que concentra a maioria da população. Mais de quinhentos mil habitantes aqui. Depois vem a segunda cidade, que é Cruzeiro do Sul, e depois os outros municípios pequenos. São vinte e dois municípios no estado do Acre. Todos os municípios são virados pra floresta, então nós temos um problema aqui de logística. É um dos gargalos do Acre é ser longe de tudo. Temos uma dependência do transporte aéreo pra nos deslocarmos e pela BR 364, que é uma estrada ruim, a gente chega em Rondônia. De Rondônia, a gente segue pro resto dos estados brasileiros. É Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, e aí vai. E aí, uma das questões mais graves hoje no Acre é, se analisar o que o Acre tem passado ao longo dos anos, hoje o governador perdeu os direitos políticos. Hoje foi votado no STJ. Ele ganhou de presente vinte e cinco anos de cadeia e nove meses e os direitos políticos dele foram cassados. Então ele estava ganhando já pra senador, sendo um ladrão, mas ele é muito simpático, então a simpatia ainda cai no gosto do povo. Ia sair pra Senado, ia ganhar em primeiro lugar. Então o movimento aí do PT, Jorge Viana..."
"Pra cê ter ideia, no estado do Acre hoje, nós temos uma fila de cirurgias, né? Uma deficiência cirúrgica muito grave. O Alan fez convênio com o hospital ali de São José do Rio Preto pra cirurgias cardíacas e cirurgias de coluna. Então ele tem muita adesão nessa parte da saúde, porque as pessoas geram uma dívida de gratidão, inerente ao político que foi lá e ajudou. Olha como inverteu isso aí. Você tem que eleger políticos pra gerarem políticas públicas e as pessoas terem acesso às coisas. Saúde. Hoje tá invertido, as pessoas têm que pedir do político o acesso, porque pra políticos sérios, porque o outro que ela tenha acesso, porque o político não tá gerando, promovendo saúde, acesso à saúde. Então o negócio tá bagunçado demais no Brasil. Tudo é o assistencialismo, tudo é o jeitinho brasileiro, tudo é o acesso. E a palavra dessa campanha, o que fica, como uma estratégia, o acesso. A Mirla tem acesso ao Alan, então eu vou votar na mulher, na irmã do homem. Então isso é muito importante, né? A gente pensar que eu sou irmã do cara. E não é sobre o nepo baby, a nepo mother. Não é sobre nepotismo. Eu sou a Mirla Miranda, eu tenho 25 anos de comunicação. Eu levei o meu irmão pra televisão. Era na minha casa que existiam várias reuniões políticas, que o Alan participava. Então assim, a Mirla tem o brilho dela, o Alan tem o brilho dele. Então não é só a questão do nepotismo. A Mirla, ela é importante no processo, ela entende, ela já foi porta voz de governo, do primeiro mandato do Gladson, que ele parecia querer bem pro Estado, e ele se desmantelou. Então, em 2019, eu assumi como porta voz do governo do Estado. 2022, eu saí em abril pra concorrer às eleições. Só fui começar mesmo a trabalhar a partir de maio. No meu aniversário, fiz um culto de ação de graças. Primeiro de junho que eu dei o start da minha campanha. Então veja, primeiro de junho, junho, julho, agosto, setembro. Quer dizer, basicamente quatro meses de campanha. Eu tô desde dezembro conversando com pessoas. Então o cenário é outro. O Alan como senador, há quatro anos atrás, 2022, ele era candidato ao Senado. As pessoas não têm perspectiva de ganhar nada com senador. Então eu, pro federal, eu não somava o vínculo empregatício, eu não somava mudança, eu não vinha com essa perspectiva de mudança. Eu falo muito sobre o movimento transforma. Quando cê tira uma xícara do lugar, se colocar ela no canto da mesa e alguém derrubar, causa um transtorno. Então qualquer movimento errado que cê faz, ele transforma o seu dia, transforma o ambiente. E o movimento certo também. Então eu uso muito assim: 'Gente, vocês tão fazendo parte de um movimento que quer transformar o Acre, não é só mudar. É fazer os movimentos certos, a gestão certa pra tornar o Acre um lugar que é totalmente possível de viver'. A gente aqui tem necessidades básicas que não tão sendo atendidas. E os caras tão fazendo coisas que não são urgentes. Nós temos que pensar no que que é urgente, no que que é básico. Então quando você começa a atender o básico, a assistência à mulher, a assistência à criança. Então a UPA infantil, ela é uma super bandeira, porque você desonera um quantitativo nessas UPAs de atendimento urgente, imediato. Cê tira aquela figura da criança pequenininha, porque se você chega na UPA com idoso, ele tem mais privilégios do que a criança. Então uma UPA voltada só pra criança vai gerar um outro tipo de movimento pras mães, onde é você pensar na Disney. Não existe preferencial, toda criança é preferencial. Todo mundo é igual no parque da Disney. Então todo mundo é igual numa UPA infantil, mas não é igual numa UPA padrão. Um atendimento voltado pra criança, se a gente conseguir estruturar isso, via governo federal e tiver profissionais. Tem muita gente que faz cursinho de saúde, faz formação em técnico de enfermagem, vários fisioterapeutas se formaram e hoje não trabalham nem na área de fisioterapia. Então tem muito profissional de saúde que se formou aqui e tá a ver navios."
"Comecei a trabalhar aos 12 anos de idade, numa escola montessoriana chamada Reino Encantado. Fiquei lá mais de 10 anos. Aprendi muito. Então trabalho nunca foi problema pra mim. Aprendi a trabalhar muito e tá sempre cansada também, não tenho preguiça. Já trabalhei sempre com coisas difíceis, na verdade eu trabalhei sempre com coisas difíceis, editando vídeo até de madrugada, trabalhando em campanhas políticas desde novinha, entrevistando gente, trocando de roupa, indo pra uma matéria, trocando de roupa, indo pra outra e fazendo um programa durante mais de 12 anos. Então nunca tive preguiça, nunca tive medo. Eu sou uma pessoa muito corajosa, eu tenho facilidade de comunicação, eu defendo os temas da família. Eu sou extremamente Jesus Cristo, porque o evangelho é maravilhoso, mas os evangélicos estão usando, muitos deles estão usando o meu Jesus como álibi pra cometer suas atrocidades financeiras. Então eu sou uma evangélica, mas eu sou amante do meu senhor Jesus Cristo, eu sou amada dele e serva dele. Agora eu não tenho muito mais acesso às igrejas aqui. Eu tenho pastores que me apoiam, pessoas da igreja que me apoiam, que confiam no que eu falo, acreditam na minha proposta, confiam em mim como pessoa e como pretensa candidata, mas aqui o mercado das igrejas é gigante. Pastores aqui se vendem por qualquer coisa. Então é isso. Dúvidas, estou à disposição. Mirla Miranda. Eu falo que é hora de transformar o Acre. Não é só movimentar pra criar músculo, é movimentar pra transformar. E tem muito mais. Eu sou amiga, eu faço qualquer coisa. Eu só queria ter a oportunidade de ajudar meu irmão. E ele vai ser o governador do Acre e ele vai fazer um movimento muito transformador aqui."
"A Mirla agora saiu pruma primeira candidatura pelo União Brasil, foi nitidamente atravessada pelo próprio partido, que não mandou o restante do recurso. Me endividei, ficou aí uma situação bem difícil pra minha vida, e tive 4238 votos, que pra uma campanha com 1 milhão e 200 mil, com cinco meses de campanha só, com trabalho feito mal e porcamente pela minha coordenação política, que foi bem mal pensada, mal escolhida, e eu não fiz o uso de compra de votos, eu não tive estrutura pro dia D, pra organizar as pessoas, pra irem votar. Não tive delegado, não tive fiscal, não tive a mínima estrutura pro dia D, então na última semana eu perdi a minha equipe. Compraram a minha equipe. Muitas pessoas aqui elas fazem isso. Elas veem quem não recebeu nada na última semana pra ir pra rua, e compram essas equipes. Minhas equipes foram compradas, eu tive numa perspectiva de 15 mil votos, que me faria deputada federal, dentro da União Brasil, que era um partido forte, eu tive aí meus 4238 votos, o que foi muito abaixo do que eu esperava."
"Então foi o movimento do PT pra tirar o Gladson, o ex governador, que deixou a vice, então a vice hoje é a Mailza, Assis Cameli, que casou com um dos primos do governador. Segundo casamento dela, e é candidata a governo. O segundo candidato é o ex prefeito, largou a prefeitura pra ser candidato a governo, Bocalom, 75 anos, é um senhorzinho, mas é bom de puxar voto. Mas o Alan, em todos os cenários, ele ganha no primeiro turno já, hoje tá fácil, e no segundo turno ele também ganha, mas segundo turno é outra campanha, muito mais cara. Então só pra pavimentar. Hoje eu tô no Republicanos, é o 10. O presidente do partido aqui é o Roberto Duarte, então é o meu principal oponente pra eu entrar. Eu preciso de 50 mil votos. É uma análise rápida que a gente faz pra eu ter pelo menos 25 mil votos e garantir a minha entrada, porque voto quebra, mercado livre mais quebra. Mas no Acre, aqui, a compra de votos é o que determina a eleição. Eu não tenho dinheiro pra comprar, então eu tenho que ter um movimento muito grande de entrada nas redes sociais pras pessoas gostarem de mim, eu viralizar na mente das pessoas. Esse movimento aqui bem feito não existe ainda na pré campanha. E eu tô editando os meus próprios vídeos, fazendo os meus vídeos, me virando."
"Tem a questão do Acre S/A, eu tive um programa de TV durante mais de 12 anos, que chamava Acre S/A, depois virou Amazônia S/A no Amazon Sat. Eu comprava o espaço aqui e o programa teve muito sucesso, me sustentei aí esse tempo todo com ele, cresci, ganhei dinheiro muito com meu programa, e fazendo campanhas políticas aqui no Acre e fora do Acre. Então trabalhar com marketing político sempre foi minha área. Só que o digital veio com força e a gente que é marqueteiro, nosso foco sempre foi mais TV. E hoje eu não tenho mais agência de publicidade, não tenho equipe, eu faço minhas coisas e me viro. Mas o Acre S/A era um programa de falar de pequenas empresas. Ninguém falava de empreendedorismo em 2004, 2005. Era um tema muito novo. Como ainda falar de startups é um tema muito novo. Empresários me procuravam: 'Nossa, Mirla, eu quero falar da minha empresa'. Só que além desses empresários, eu ia naquelas pessoas muito pequenininhas, aquelas pessoas que, por exemplo, a senhorinha que vendia biscoito ali na frente da galeria meta. Por que que ela vendia aquele biscoito de maisena em frente à Galeria Meta? Por que que ela investia naquilo? era totalmente informal, mas ela tinha um processo, ela tinha que fazer o biscoito, embalar, pegar uma condução e ir para um ponto estratégico. O empreendedorismo tava ali. E ao mesmo tempo tinha apoio do SEBRAE, mostrava pequenos negócios, mostrava pequenas ações de empreendedores. Tinha um perfil do empreendedor, que eram grandes empresários contando suas histórias desde o início. Então eu fomentei o empreendedorismo. Ninguém falava em empreendedorismo em 2005, eu falava. Em 2005 eu já sabia conversar com os empresários sobre vários temas, falar sobre a importância da alma do negócio, que era a gestão, não só financeira, mas gestão humana da empresa, relacionamento com o cliente, atendimento ao cliente. Aí também por isso fui pros Estados Unidos em 2017 e me formei em clientologia lá pela Seeds of Dreams, em Orlando, dentro do sistema Disney lá de backstage, conhecendo o backstage. E foi muito legal."
"Eu vou te mandar aqui algumas entrevistas que eu fiz, que se teu time assistir, vai ter uma visão de quem eu sou. Eu sou quem? A Mirla Miranda ela é administradora, formada em Administração, com ênfase em Comércio Exterior, habilitada para Comércio Exterior. Sou jornalista de profissão e por amor. Já tive programa de TV, então também sou jornalista, apresentadora, fui articulista da CBN Amazônia aqui. Sou publicitária. Sou especialista em Marketing, assessoria de imprensa e gerenciamento de crise. Tenho especialização nos Estados Unidos, tenho MBA pela FGV. Criei um método de treinamento chamado Experts, pra trabalhar desenvolvimento humano, propósito de vida, que tá relacionado à espiritualidade, finanças, empatia e atendimento ao cliente. Cliente é qualquer pessoa, cliente não é só quem tem uma loja ou que é empresa, cliente é qualquer pessoa que cê se relaciona. Se você se dá bem com pessoas, você cria um network, isso é fazer clientela. Então, domino isso e não terminei meu mestrado em Comunicação. Preciso concluir, é um sonho, mas sempre muita coisa ao mesmo tempo e mestrado precisa de dinâmica, de atenção e eu sou hiperativa. A outra coisa que eu sou psicanalista clínica integrativa. Me especializei nisso. É uma formação livre, mas não deixa de ser uma ultra hiper mega especialização. Tem gente aí ficando milionária falando de psicanálise e eu não aproveitei essa onda, tô aqui virando candidata a deputada federal, pagando o preço pra ajudar minha comunidade acreana. Mirla Miranda vai fazer 47 anos agora dia 29 de maio. Filha de Milton Miranda, falecido, da Maria Gorete, 70 anos, que tem uma história muito bonita de vida. É uma seringueira, neta de seringueira, filha de seringueiro e é uma colonheira, pessoa de colônia, pessoa que nasceu no seringal, pessoa que é raiz. Então nós somos filhos daqui. A gente não veio imigrar pra cá pra tentar tirar voto no Acre, que nem tão fazendo o Fábio de Rueda, irmão do Antônio de Rueda, presidente do União Brasil. O cara veio pro Acre porque viu aqui a terra dos besta e tá tentando uma vaga de deputado federal aqui pelo Acre."
"Então eu tenho que dar manutenção a essa causa do Alan. Quando o Alan desce pra governo e ganha o governo, naturalmente ele deixa o suplente dele no Senado, que é o Gemil, que é uma pessoa da igreja, amigo dele da igreja, o cara vai pro Senado. Vai manter as pautas dele? Vai, mas não chega perto de quem é o Alan e do trabalho que o Alan já desenvolveu."
"Eu sou mãe, e tenho um filho que foi diagnosticado com autismo leve. Eu fiquei muito desesperada, porque o Miguel não dormia à noite, eu tive insônias mais de três anos sem dormir direito, praticamente sem dormir, e eu desenvolvi insônia crônica, entrei num medicamento pesado, que hoje eu tô desmamando. Só que eu fiz um propósito com Deus, meu filho não aparenta nada do autismo, a não ser as estereotipias, ele corre de um lado pro outro, ele tem algumas manias oriundas do autismo, que na nossa época tinha outro nome. Então esse foi um negócio que eu percebi quantas mães hoje atípicas existem no Acre, e como as mães aqui são arrimo de família, quase em todo o Brasil, mas aqui os pais são muito ausentes, o número de mulheres que criam seus filhos sozinhas aqui é muito alto, tem dados aqui que eu vou depois mandar pra vocês, mas isso é uma pauta que entra no coração das mulheres quando eu falo disso, sobre o que é ser uma mãe típica, de uma criança comum, que eu costumo dizer, crianças comuns e crianças especiais. Aí a gente fala típicas e atípicas. Mas enfim, a mãe da criança típica leva uma vida padrão. Agora, a mãe da criança atípica tem uma vida muito difícil, ela vive praquela criança. E ela também se torna uma pessoa atípica, ela é mais nervosa, ela é mais ansiosa, ela é mais angustiada, ela dorme menos, ela tem que ter mais paciência, a paciência tem que ser dobrada, essas mães sofrem muito, e naturalmente as crianças, porque nem todas têm o emocional tratado. Então essas mães não têm assistência. E o Estado hoje tem uma fila de nove mil crianças que não foram nem laudadas, mas que vivem com mães e algumas com pais, com aquele transtorno no lar. Porque o nome já diz, transtorno do espectro autista. É um transtorno que acarreta um monte de limitações pra mãe, a mãe às vezes não consegue trabalhar. Já existem leis pra isso, que beneficiam mães, mas e as mães carentes? Elas não têm acesso à saúde de qualidade e muito menos, hoje não, a gente não fala nem em qualidade, à saúde mesmo. Não tem terapia ocupacional suficiente, mas esse assim, não é o ponto alto. Esse é um ponto que eu lembrei imediatamente."
Mirla Miranda concedeu entrevista no programa Jornal Gazeta 93, da Gazeta FM, em 19 de maio de 2026, com cerca de 17 minutos de duração. Fonte: YouTube Gazeta FM.
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Fontes Públicas Utilizadas:
IBGE: Panorama Acre | MapBiomas: Relatório Anual | INEP: IDEB | OBSGênero/MP AC: Violência | Wikipedia: Alan Rick
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